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sexta-feira, junho 03, 2022

A mudança radical na alfabetização nos Estados Unidos e França e outros fatos da educação no mundo -Elvira Souza Lima


Saiba as razōes que levaram países a mudar
suas abordagens no ensino da leitura e escrita! 




11 de junho de 2022, 10h-11h30

Videoconferência via Sympla Streaming - AQUI


Elvira Souza Lima

Pesquisadora com formação em ciências de cérebro, antropologia, música, psicologia e linguística. Fez doutorado na Sorbonne (Paris, França), pós doutoramento em antropologia e linguística na Stanford University (Palo Alto, California, EUA). Estudou no Collège de France Antropologie com Claude Lèvi-Strauss e Neurobiologie de l´Enfant com Julian de Ajuriaguerra. É formada em música e piano.


terça-feira, maio 17, 2022

Elvira Souza Lima - Programa Sala de Professores Infantil - Tv Escola


Elvira Souza Lima e Fernanda Climaco 

Programa Sala de Professores Infantil 

TvEscola 2021

Programa Sala de Professores Infantil exibido pela Tv Escola em 2021 apresentado pela professora Fernanda Climaco estreia com a pesquisadora prof.ª Doutora Elvira Souza Lima. Um programa com conteúdo dedicado à Educação Infantil e à Formação de Professores da Infância. 

domingo, março 27, 2022

A INADIÁVEL TAREFA: ENSINAR O ALUNO A ESTUDAR DESDE A EDUCAÇÃO INFANTIL ATÉ O ENSINO MÉDIO - ELVIRA SOUZA LIMA

 


A INADIÁVEL TAREFA: ENSINAR O ALUNO A ESTUDAR

DESDE A EDUCAÇÃO INFANTIL ATÉ O ENSINO MÉDIO

02 de abril de 2022, 10h-11h30

Videoconferência via Sympla Streaming - AQUI


Veremos quais são os comportamentos de estudos mais eficazes e como formá-los nos alunos. aprender é preciso formar memórias de longa duração. Memórias de longa duração não se formam automaticamente. Precisam de tempo e de estratégias. Para os conhecimentos escolares, o aluno precisa estudar para formar tais memórias de longa duração. Estudar é um comportamento que se aprende, não temos uma programação genética para ele. Por melhor que seja a docência de um professor, o conhecimento só se forma no cérebro do aluno pelo estudo.

ELVIRA SOUZA LIMA

segunda-feira, novembro 02, 2020

PERSISTÊNCIA E CRIATIVIDADE DOS PROFESSORES: NOVOS HORIZONTES PARA 2021- ELVIRA SOUZA LIMA - online 07/11/2020

 


PERSISTÊNCIA E CRIATIVIDADE DOS PROFESSORES:

NOVOS HORIZONTES PARA 2021

Palestra Online - link

ELVIRA SOUZA LIMA


O que as professoras e os professores estão pensando hoje, oito meses depois do fechamento abrupto das escolas? O que estão sentindo? Quais as preocupações para o futuro imediato? Como será 2021? Perguntei a vários educadores em funções de docência, de coordenação e direção. Inspirada pela diversidade de depoimentos, marcados pela emoção e pela determinação de buscar caminhos novos, me propus a fazer esta palestra-estudo. 

É o momento de fazer um balanço, olhar para frente e criar contextos para o desenvolvimento humano em 2021.


07 de novembro de 2020, 10h -11h30
Videoconferência via Sympla 

terça-feira, outubro 27, 2020

Persistência e criatividade dos professores: novos horizontes para 2021 - Elvira Souza Lima

 



O que as professoras e os professores estão pensando hoje, oito meses depois do fechamento abrupto das escolas? O que estão sentindo? Quais as preocupações para o futuro imediato? Como será 2021? Perguntei a vários educadores em funções de docência, de coordenação e direção. Inspirada pela diversidade de depoimentos, marcados pela emoção e pela determinação de buscar caminhos novos, me propus a fazer esta palestra-estudo. 

É o momento de fazer um balanço, olhar para frente e criar contextos para o desenvolvimento humano em 2021.







sexta-feira, julho 10, 2020

quarta-feira, julho 08, 2020

domingo, abril 02, 2017

Elvira Souza Lima - Textos de Estudos 1: SEM MEDO DE ERRAR




Nova Coleção

Elvira Souza Lima - Textos de Estudos
 Nova série de textos de tamanho certo para reuniões pedagógicas
e formação continuada. O primeiro texto de estudo:
SEM MEDO DE ERRAR.

Editora Inter Alia



terça-feira, julho 23, 2013

"O cérebro foi para a escola" - Revista Época



 

"Saber como funciona o próprio cérebro e o 
dos alunos  pode ajudar o professor
 a dar mais apoio à aprendizagem. "

Elvira Souza Lima

"Na primeira vez que Elvira mostrou o que acontece no
cérebro quando uma criança aprende, a vontade que
deu foi de saber mais, de 
estudar mais. "

Carla Brenes Teixeira, professora


"O cérebro foi para a escola" por Camila Guimarães


Revista Época, n.791, 22-julho-2013

quinta-feira, janeiro 24, 2013

Elvira Souza Lima - Escrita Para Todos : a aplicação da neurociência na docência e na aprendizagem (PDF)




                                          copyright (c) Elvira Souza Lima, 2013

                               clique aqui para ler ou baixar


Apresentamos aqui o primeiro número dos Cadernos do CEPAOS com um texto da Dra. Elvira Souza Lima sobre as bases teóricas e pedagógicas do Projeto Escrita Para Todos (c). Texto disponível no site da Editora Inter Alia

        

 "A escrita é o objeto de nosso projeto Escrita para Todos, aplicado em escolas e em redes de ensino, como Juiz de Fora, Guarani e Ubá, em Minas Gerais. Ele é também utilizado com sucesso em situações de defasagem de aprendizagem, como  no ensino médio em Bezerros, Pernambuco e para correção de fluxo em Pedro Leopoldo, com patrocínio do Instituto Camargo Correa.
A escrita é um sistema simbólico cujo domínio é essencial, pois por ela se dá o registro e a comunicação do conhecimento de cada área do saber. 
Aprender significa criar memórias de longa duração (Kandel, 2006 ).

A neurociência estabelece como um dos eixos fundamentais da escolarização a formação e compartilhamento de memórias. Ela desloca uma visão centrada no professor ou no aluno para propor uma visão que integra os acervos que o educador possui em sua memória aos processos de memória que o aluno necessitará realizar e entender para que aprenda.
O currículo assume, nesta perspectiva, uma dimensão formadora (Lima, 2007). Para ser desenvolvido em sala de aula,  ele depende dos acervos de memória de cada professor.  Não são apenas os projetos político pedagógicos, o material didático adotado ou a tecnologia que, por si mesmos, definirão a qualidade da educação formal. A pessoa de cada professor com seus acervos de memória, constitui o ponto de partida para a proposição da didática que levará o aluno ao conhecimento.
Assim, neurociência na sala de aula implica em integração dos conhecimentos formais e métodos, traduzindo-se em uma concepção pedagógica de docência que inclui em suas linhas orientadoras como o cérebro aprende e como o cérebro pode e deve se organizar para ensinar."

Elvira Souza Lima -Escrita Para Todos: a aplicação da neurociência para a docência e aprendizagem 
texto completo (PDF) aqui

copyright (c) Elvira Souza Lima, 2013


A série Cadernos do CEPAOS é publicada em parceria com a Editora Inter Alia
Acesse o site da Editora Inter Alia para conhecer as publicações de
 Elvira Souza Lima

sexta-feira, novembro 16, 2012

Formação de Professores – Neurociência

Cássia A. José Oliveira 
Rosane Callegari 
Rosilene Moutinho Arriola






PROFESSORAS AUTORAS :  O texto abaixo foi escrito pela Cassia, Rosane e Rosilene, participantes assíduas em nossos grupos de estudo.  É  importante escrever, criar memória do conhecimento pedagógico e das reflexões. Enfatizo sempre a necessidade de que o professor escreva tanto para si mesmo, fator de desenvolvimento profissional e pessoal, como para partilhar com os profissionais de educação.     Aproveitem!! 

Elvira Souza Lima


Ser pedagogo (a) é ter um grande desafio pela frente, é tratar do ensino para a formação das novas gerações! Quem trabalha com educação precisa estar constantemente atento à formação, pois ela é contínua ao longo da carreira profissional. O momento atual e todas as suas demandas clamam por profissionais de ensino que sejam competentes em sua prática educativa para que favoreçam efetivamente as aprendizagens dos educandos, tanto cognitivas, quanto sociais e afetivas. O olhar para a Educação, para as famílias e, principalmente, para os alunos, necessita, cada vez mais, de refinamento e de diversas óticas. A neurociência é uma dessas lentes fundamentais que lançamos mão em nossa prática pedagógica para torná-la mais clara. Conhecer e levar em consideração o desenvolvimento do cérebro é fundamental, pois a aprendizagem dos conhecimentos escolares acontece em função do desenvolvimento e funcionamento deste órgão.

Pesquisar e estudar sobre a neurociência, nos grupos de estudos, orientados pela Elvira de Souza Lima, tem nos ajudado a compreender como o cérebro humano funciona e, portanto, aprende, dando-nos uma possibilidade maior de alinhar a nossa docência aos processos mentais em cada fase do desenvolvimento, tornando a nossa ação mais eficiente. Como pano de fundo, estamos estudando a biologia e a sua relação com a aprendizagem, ou seja, o que é próprio do desenvolvimento da espécie e o que culturalmente pode ser ensinado atrelado a esse desenvolvimento.

O que é ensinado é cultural e tudo o que é cultural sofre perdas e ganhos, dependendo da nossa atuação. Nesse sentido, as nossas intervenções devem ser sistemáticas, com muitas reincidências para que a aprendizagem passe da memória de curto prazo para a memória de longa duração. Somente assim ela se solidifica e pode ser usada em diversas situações, num processo de relações e de transferências. É assim que os neurônios fazem sinapses, criam novas redes, tornando os conhecimentos significativos e aumentando a nossa capacidade de aprender.

Se o conhecimento não foi trabalhado no momento adequado ou não foi revisitado o suficiente não se formará a memória de longo prazo, parecendo até que os alunos nunca visitaram aquele conteúdo. Como mágica, eles desaparecem!

Na Educação Infantil, o foco de estudo tem sido o desenvolvimento das estruturas de pensamento e o quanto o trabalho com a socialização, com a função simbólica, com o movimento, com o espaço, com os sentidos, com a observação, a atenção, a memória, a imaginação, a criatividade, a geometria, a música e as artes são fundamentais.

Para as professoras de 1° e 2° Anos, os estudos dão continuidade aos aspectos anteriores, mas privilegiam reflexões sobre a escrita, a leitura e a Matemática, que são desdobramentos da função simbólica, pois envolvem a elaboração de sistemas simbólicos, ou seja, dar significado ao que antes não tinha. 

Para a alfabetização e a sua consolidação é importante resgatar e ensinar padrões como as sílabas, aprofundando os estudos das dimensões da linguagem que envolvem não somente escrever corretamente a ortografia, mas escrever frases e textos com estrutura, dominando o significado das palavras, ampliando o acervo de vocabulário, com conhecimento da origem das palavras e com prosódia, que é a dimensão mais complexa que dá vida, dá cor, dá imagem à escrita.

Quando os professores ampliam seus conhecimentos sobre a neurociência conseguem contribuir melhor para a elaboração de uma didática alinhada com os processos mentais em cada período de desenvolvimento. Na verdade, só há aprendizagem dos conhecimentos formais pelo ser humano se houver ensino planejado e intervenção a cada atividade realizada.

Uma grande contribuição que a neurociência trouxe para a educação é esclarecer que só haverá aprendizado se houver ensino do conhecimento formal por parte do educador e estudo e esforço por parte do educando.

Cássia A. José Oliveira – professora do 1° Ano
Rosane Callegari – professora do Jardim I
Rosilene Moutinho Arriola – professora do 2° Ano


domingo, setembro 23, 2012

A Função Antropológica do Ensinar

Elvira Souza Lima

Esta entrevista, concedida à jornalista Paola Gentile, foi publicada na revista Nova Escola edição
n.138, dezembro de 2000.



Clique nas imagens para ampliar para leitura.
(cliquando o botão direito do mouse,
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domingo, agosto 14, 2011

CRIANÇAS QUE APRENDEM

Elvira Souza Lima

Acredito firmemente que, se aos professores forem socializados conhecimentos básicos sobre o desenvolvimento humano, eles terão maiores possibilidades de atingir resultados em sua docência.

O conhecimento científico é um fator de desenvolvimento dos professores. Não que ele vá resolver todas as questões do ensino, uma vez que ensinar e aprender os conhecimentos formais são atividades de grande complexidade na espécie. Porém, a espécie humana tem suas dimensões biológica e cultural que precisam ser abordadas integradamente pela pedagogia. Os conhecimentos acumulados pelas ciências que estudam o cérebro humano, a antropologia e a história nos sugerem, ao menos, que consideremos como parte integrante da formação do educador estas disciplinas: não podemos passar mais ao largo dos processos de interação entre as pessoas que convivem na escola, nem ignorar os conhecimentos sobre o funcionamento da atenção, percepção, memória e das emoções, ampliados significativamente nas últimas décadas.

Minha experiência atual, trabalhando em redes municipais em Minas Gerais, tem mostrado que minha aposta no professor melhor informado pelos conhecimentos do desenvolvimento humano das várias idades da infância leva a resultados excelentes.

Crianças de classe popular, crianças negras, crianças do campo, crianças vivendo, por vezes, em situações limites podem apropriar-se da escrita e dominar os seus componentes básicos já aos 7 anos, em algumas turmas já aos 6 anos.

Não algumas crianças, mas todas as crianças!!

A possibilidade para aprender é muito ampla, mas será difícil atingirmos algum resultado enquanto estivermos limitados na docência às dificuldades de aprendizagem. Se acreditarmos nas possibilidades, planejamos para a aprendizagem futura e o presente assume uma outra dimensão educativa.