sexta-feira, julho 11, 2014
Elvira Souza Lima - Replantear la cultura: las ideas de Vygotsky
quinta-feira, janeiro 24, 2013
Elvira Souza Lima - Escrita Para Todos : a aplicação da neurociência na docência e na aprendizagem (PDF)

sábado, março 17, 2012
Neurociências na Prática por Elvira Souza Lima - Revista Pátio, n.61

Neurociências na sala de aula: como o conhecimento
sobre o cérebro pode melhorar a aprendizagem
Número: 61
Ano: XVI
Fevereiro / Abril 2012

terça-feira, março 13, 2012
Como o Cérebro Aprende a Ler - Elvira Souza Lima

Revista Presença Pedagógica
Edição janeiro/fevereiro de 2012 - nº 103
terça-feira, dezembro 28, 2010
Atenção e Distração por Elvira Souza Lima
sexta-feira, outubro 29, 2010
sábado, junho 19, 2010
Textos de Elvira Souza Lima no site Pueri Domus

Aprendizagens escolares e atividades de estudo 1
Elvira Souza Lima
Os conceitos e exemplos mostrados certamente contribuirão para a organização do trabalho do professor em sala de aula
Aprendizagem na escola e atividades de estudo 2
Elvira Souza Lima
Artigo sobre atividades de estudo e sua importância para o desenvolvimento e a autonomia de crianças e jovens.
MAPA NA MEMÓRIA, MEMÓRIA NOS MAPAS
Elvira Souza Lima
O procedimento de desenhar mapas continua válido nos dias de hoje? Como ficam as longas tarefas propostas pela escola?
Imaginação
Elvira Souza Lima
O texto discute o poder da imaginação do ser humano e sua importância para o processo de aprendizagem: como ela age na origem da formulação do conhecimento, no conhecimento que será apropriado pelo aluno e no conhecimento futuro.
leia aqui
link: PUERI DOMUS Escolas Associadas
quinta-feira, julho 16, 2009
As aprendizagens escolares na educação infantil -Elvira Souza Lima
A criança pequena realiza durante o seu desenvolvimento várias atividades de natureza biológica e cultural que criam, de forma natural, suportes para as aprendizagens escolares que acontecerão a partir do ensino nas séries que constituem a educação básica (Lima, 2004, 2007, 2008). Assim, falar em aprendizagens na educação infantil significa falar em desenvolvimento: o desenvolvimento adequado na infância é que possibilitará muitas aprendizagens escolares posteriores. As práticas culturais da infância promovem o desenvolvimento fundamental desse período, como a função simbólica, a percepção, a atenção e a perícia dos movimentos amplos e dos movimentos mais circunscritos das mãos, dos pulsos e dos dedos, estes últimos necessários para escrever.
leia aqui:
Revista Pátio Online
Ano VI - Nº 19 - Para que serve a educação infantil? - Março-Junho 2009

domingo, maio 04, 2008
Currículo e Desenvolvimento Humano por Elvira Souza Lima
A publicação Indagações sobre Currículo do MEC tem por objetivo promover a reflexão sobre as concepções de currículo e seus desdobramentos.
Acesse aqui o texto de Elvira Souza Lima: Curriculo e Desenvolvimento Humano (em formato pdf) no site do MEC Indagações sobre Currículo (MEC)terça-feira, outubro 02, 2007
De que cor é o rio Amazonas?
— O Rio Amazonas tem várias cores. Elas mudam. Veja só, professora.
Foi com essa observação que um professor indígena me explicou a concepção de cor na sua cultura. Para muitos de nós a cor está no objeto: a maçã é vermelha, a árvore é verde, o céu é azul. Nossa percepção visual, construída com a eletricidade, não inclui as variações da incidência da luz natural sobre os objetos, a natureza, as pessoas.
Ao perguntar para uma criança indígena de seis anos de que cor eram as árvores, ela me respondeu:
— Depende.
— Depende de quê?
— Da hora do dia.
Assim me explicou ela: as árvores são verdes durante o dia, mas azul escuro à noite.
— Eu não havia reparado no rio? - perguntou outra mais velha. — Ele sempre muda de cor."
Elvira Souza Lima: De que cor é o rio Amazonas?
leia no site da Editora Moderna
segunda-feira, agosto 13, 2007
VYGOTSKY , WALLON E O FUTURO DA PSICOLOGIA
VYGOTSKY, WALLON E O FUTURO DA PSICOLOGIA.
Interações, jan-jun, 2000, vol.V n. 009
Universidade São Marcos, São Paulo Brasil pp 49-55
texto disponível em formato pdf pela

Red de Revistas Científicas de América Latina y el Caribe, España y Portugal
A Imaginação e a Escola
O desenvolvimento da imaginação se realiza por acesso a novas informações, a imagens e a símbolos que elaboramos mentalmente. Isso é resultado de vivências e práticas culturais e da observação e registro da natureza e de fenômenos científicos. Ela depende da experiência e, portanto, se desenvolve com a idade.
A imaginação mobiliza os conhecimentos anteriores por meio do processo de evocação da memória de longa duração. Sua "matéria bruta" é o acervo de idéias, imagens, experiências, vivências emocionais e práticas culturais ali guardadas.
Dentre as funções psicológicas envolvidas no ato de aprender — memória, atenção, percepção, pensamento e imaginação —, esta última é a menos lembrada no processo educacional. Porém, cabe à escola desenvolvê-la por meio de experiências proporcionadas ao aluno. A instituição precisa trazer e desvendar o novo, promovendo aprendizagens que não ocorrem em outros contextos em que o estudante vive."
Elvira Souza Lima
Revista Nova Escola Edição Nº 166
Outubro de 2003
segunda-feira, janeiro 16, 2006
The educational experience with the Tikuna
by Elvira Souza Lima
Abstracts MCA Volume 5, No. 2
Mind, Culture, and Activity (ISSN 1074-9039)
http://lchc.ucsd.edu/MCA/Journal/index.html
The Mind, Culture, and Activity journal is published by
the Laboratory of Comparative Human Cognition (LCHC) at University of California, San Diego.
A atividade da criança na idade pré-escolar
Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima
"Brincar é uma atividade universal, encontrada nos vários grupos humanos, em diferentes períodos históricos e estágios de desenvolvimento econômico. Evidentemente, as várias modalidades lúdicas não existem em todas as épocas e também não permanecem imutáveis através dos tempos. Como toda atividade humana, o brincar se constitui na interação de vários fatores que marcam determinado momento histórico sendo transformado pela própria ação dos indivíduos e por suas produções cultural e tecnológica. Os jogos e as brincadeiras são, assim transformados continuamente."
"A criança brinca para conhecer-se a si própria e aos outros em suas relações recíprocas, para aprender as normas sociais de comportamento, os hábitos determinados pela cultura; para conhecer os objetos em seu contexto, ou seja, o uso cultural dos objetos; para desenvolver a linguagem e a narrativa; para trabalhar com o imaginário; para conhecer os eventos e fenômenos que ocorrem a sua volta."
"A realização de jogos e brincadeiras na primeira infância envolve naturalmente o movimento, que vai dominar como componente, pois através dele a criança se coloca no meio, inteirando-se com os objetos, com as pessoas, explorando seu próprio corpo, o espaço físico. Uma das funções da brincadeira é permitir à criança o exercício do movimento.(...) O movimento tem, assim, relevância destacada na infância, pois ele serve para a criança se relacionar com o outro, explorar o espaço - situando-se nele - , bem como os objetos e o próprio corpo."
Publicação: Série Idéias n. 10, São Paulo: FDE, 1992.
Páginas: 17 a 23
texto disponivel no site do:
domingo, janeiro 15, 2006
A utilização do jogo na pré-escola
"Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar parte integrante da atividade educativa."
"Brincar na Escola não é exatamente igual a brincar em outras ocasiões, porque a vida escolar é regida por algumas normas que regulam as ações das pessoas e as interações entre elas e, naturalmente, estas normas estão presentes, também, na atividade da criança. Assim, as brincadeiras e os jogos têm uma especificidade quando ocorrem na Escola, pois são mediadas pelas normas institucionais."
"Incluir o jogo e a brincadeira na Escola tem como pressuposto, então, o duplo aspecto de servir ao desenvolvimento da criança, enquanto indivíduo, e à construção do conhecimento, processos estes intimamente interligados."
Publicação: Série Idéias n. 10. São Paulo: FDE, 1992.
Páginas: 24 a 29
texto disponivel no site do:



