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sexta-feira, julho 11, 2014

quinta-feira, janeiro 24, 2013

Elvira Souza Lima - Escrita Para Todos : a aplicação da neurociência na docência e na aprendizagem (PDF)




                                          copyright (c) Elvira Souza Lima, 2013

                               clique aqui para ler ou baixar


Apresentamos aqui o primeiro número dos Cadernos do CEPAOS com um texto da Dra. Elvira Souza Lima sobre as bases teóricas e pedagógicas do Projeto Escrita Para Todos (c). Texto disponível no site da Editora Inter Alia

        

 "A escrita é o objeto de nosso projeto Escrita para Todos, aplicado em escolas e em redes de ensino, como Juiz de Fora, Guarani e Ubá, em Minas Gerais. Ele é também utilizado com sucesso em situações de defasagem de aprendizagem, como  no ensino médio em Bezerros, Pernambuco e para correção de fluxo em Pedro Leopoldo, com patrocínio do Instituto Camargo Correa.
A escrita é um sistema simbólico cujo domínio é essencial, pois por ela se dá o registro e a comunicação do conhecimento de cada área do saber. 
Aprender significa criar memórias de longa duração (Kandel, 2006 ).

A neurociência estabelece como um dos eixos fundamentais da escolarização a formação e compartilhamento de memórias. Ela desloca uma visão centrada no professor ou no aluno para propor uma visão que integra os acervos que o educador possui em sua memória aos processos de memória que o aluno necessitará realizar e entender para que aprenda.
O currículo assume, nesta perspectiva, uma dimensão formadora (Lima, 2007). Para ser desenvolvido em sala de aula,  ele depende dos acervos de memória de cada professor.  Não são apenas os projetos político pedagógicos, o material didático adotado ou a tecnologia que, por si mesmos, definirão a qualidade da educação formal. A pessoa de cada professor com seus acervos de memória, constitui o ponto de partida para a proposição da didática que levará o aluno ao conhecimento.
Assim, neurociência na sala de aula implica em integração dos conhecimentos formais e métodos, traduzindo-se em uma concepção pedagógica de docência que inclui em suas linhas orientadoras como o cérebro aprende e como o cérebro pode e deve se organizar para ensinar."

Elvira Souza Lima -Escrita Para Todos: a aplicação da neurociência para a docência e aprendizagem 
texto completo (PDF) aqui

copyright (c) Elvira Souza Lima, 2013


A série Cadernos do CEPAOS é publicada em parceria com a Editora Inter Alia
Acesse o site da Editora Inter Alia para conhecer as publicações de
 Elvira Souza Lima

sábado, março 17, 2012

Neurociências na Prática por Elvira Souza Lima - Revista Pátio, n.61



Neurociências na prática
por Elvira Souza Lima

O projeto Escrita para Todos utiliza os conhecimentos disponibilizados pelas neurociências para propor uma concepção pedagógica de docência da escrita



Revista Pátio

Neurociências na sala de aula: como o conhecimento
sobre o cérebro pode melhorar a aprendizagem

Número: 61
Ano: XVI
Fevereiro / Abril 2012



terça-feira, março 13, 2012

terça-feira, dezembro 28, 2010

Atenção e Distração por Elvira Souza Lima

"Fazer com que os alunos prestem atenção em sala de aula é um desafio comum a muitos professores, nos vários níveis de ensino. Entender o funcionamento da atenção, assim como identificar as razões pelas quais acontece a distração, tem sido um dos campos de estudo da neurociência. Consideramos, hoje, importante compreender a dinâmica da atenção pela contribuição que tal conhecimento traz à docência. E, também, para não se incorrer em diagnósticos equivocados de déficit de atenção e hiperatividade."

artigo publicado na


Revista Presença Pedagógica n.96
novembro / dezembro 2010

sábado, junho 19, 2010

Textos de Elvira Souza Lima no site Pueri Domus



Aprendizagens escolares e atividades de estudo 1
Elvira Souza Lima
Os conceitos e exemplos mostrados certamente contribuirão para a organização do trabalho do professor em sala de aula

Aprendizagem na escola e atividades de estudo 2
Elvira Souza Lima
Artigo sobre atividades de estudo e sua importância para o desenvolvimento e a autonomia de crianças e jovens.

MAPA NA MEMÓRIA, MEMÓRIA NOS MAPAS
Elvira Souza Lima
O procedimento de desenhar mapas continua válido nos dias de hoje? Como ficam as longas tarefas propostas pela escola?

Imaginação
Elvira Souza Lima
O texto discute o poder da imaginação do ser humano e sua importância para o processo de aprendizagem: como ela age na origem da formulação do conhecimento, no conhecimento que será apropriado pelo aluno e no conhecimento futuro.

leia aqui


link: PUERI DOMUS Escolas Associadas

quinta-feira, julho 16, 2009

As aprendizagens escolares na educação infantil -Elvira Souza Lima

A criança pode formar comportamentos na educação infantil que servirão de base às atividades de estudo posteriores

A criança pequena realiza durante o seu desenvolvimento várias atividades de natureza biológica e cultural que criam, de forma natural, suportes para as aprendizagens escolares que acontecerão a partir do ensino nas séries que constituem a educação básica (Lima, 2004, 2007, 2008). Assim, falar em aprendizagens na educação infantil significa falar em desenvolvimento: o desenvolvimento adequado na infância é que possibilitará muitas aprendizagens escolares posteriores. As práticas culturais da infância promovem o desenvolvimento fundamental desse período, como a função simbólica, a percepção, a atenção e a perícia dos movimentos amplos e dos movimentos mais circunscritos das mãos, dos pulsos e dos dedos, estes últimos necessários para escrever.

leia aqui:

Revista Pátio Online
Ano VI - Nº 19 - Para que serve a educação infantil? - Março-Junho 2009




domingo, maio 04, 2008

Currículo e Desenvolvimento Humano por Elvira Souza Lima

INDAGAÇÕES SOBRE CURRÍCULO

A publicação Indagações sobre Currículo do MEC tem por objetivo promover a reflexão sobre as concepções de currículo e seus desdobramentos.

Acesse aqui o texto de Elvira Souza Lima: Curriculo e Desenvolvimento Humano (em formato pdf) no site do MEC Indagações sobre Currículo (MEC)




terça-feira, outubro 02, 2007

De que cor é o rio Amazonas?

"A pergunta parece banal. A resposta, nem tanto!
— O Rio Amazonas tem várias cores. Elas mudam. Veja só, professora.

Foi com essa observação que um professor indígena me explicou a concepção de cor na sua cultura. Para muitos de nós a cor está no objeto: a maçã é vermelha, a árvore é verde, o céu é azul. Nossa percepção visual, construída com a eletricidade, não inclui as variações da incidência da luz natural sobre os objetos, a natureza, as pessoas.

Ao perguntar para uma criança indígena de seis anos de que cor eram as árvores, ela me respondeu:
— Depende.
— Depende de quê?
— Da hora do dia.

Assim me explicou ela: as árvores são verdes durante o dia, mas azul escuro à noite.
— Eu não havia reparado no rio? - perguntou outra mais velha. — Ele sempre muda de cor."

Elvira Souza Lima: De que cor é o rio Amazonas?

leia no site da Editora Moderna

segunda-feira, agosto 13, 2007

VYGOTSKY , WALLON E O FUTURO DA PSICOLOGIA

Elvira Souza Lima

VYGOTSKY, WALLON E O FUTURO DA PSICOLOGIA.


Interações
, jan-jun, 2000, vol.V n. 009
Universidade São Marcos, São Paulo Brasil pp 49-55

texto disponível em formato pdf pela






Red de Revistas Científicas de América Latina y el Caribe, España y Portugal Universidad Autónoma de Estado de México (UAEM),

A Imaginação e a Escola

"As realizações humanas são possibilitadas por nossa capacidade de criação mental. A imaginação está na origem do processo criativo, que permite desde a invenção de objetos rudimentares até a produção de obras de arte de grande valor estético e o progresso científico.

O desenvolvimento da imaginação se realiza por acesso a novas informações, a imagens e a símbolos que elaboramos mentalmente. Isso é resultado de vivências e práticas culturais e da observação e registro da natureza e de fenômenos científicos. Ela depende da experiência e, portanto, se desenvolve com a idade.

A imaginação mobiliza os conhecimentos anteriores por meio do processo de evocação da memória de longa duração. Sua "matéria bruta" é o acervo de idéias, imagens, experiências, vivências emocionais e práticas culturais ali guardadas.

Dentre as funções psicológicas envolvidas no ato de aprender — memória, atenção, percepção, pensamento e imaginação —, esta última é a menos lembrada no processo educacional. Porém, cabe à escola desenvolvê-la por meio de experiências proporcionadas ao aluno. A instituição precisa trazer e desvendar o novo, promovendo aprendizagens que não ocorrem em outros contextos em que o estudante vive."

Elvira Souza Lima

leia mais

Revista Nova Escola Edição Nº 166
Outubro de 2003

http://novaescola.abril.com.br/ed/166_out03/html/com_palavra.htm

segunda-feira, janeiro 16, 2006

The educational experience with the Tikuna

The educational experience with the Tikuna: a look into the complexity of concept construction
by Elvira Souza Lima

Abstracts MCA Volume 5, No. 2
Mind, Culture, and Activity (ISSN 1074-9039)

http://lchc.ucsd.edu/MCA/Journal/index.html

The Mind, Culture, and Activity journal is published by
the Laboratory of Comparative Human Cognition (LCHC) at University of California, San Diego.

A atividade da criança na idade pré-escolar

A atividade da criança na idade pré-escolar
Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima

"Brincar é uma atividade universal, encontrada nos vários grupos humanos, em diferentes períodos históricos e estágios de desenvolvimento econômico. Evidentemente, as várias modalidades lúdicas não existem em todas as épocas e também não permanecem imutáveis através dos tempos. Como toda atividade humana, o brincar se constitui na interação de vários fatores que marcam determinado momento histórico sendo transformado pela própria ação dos indivíduos e por suas produções cultural e tecnológica. Os jogos e as brincadeiras são, assim transformados continuamente."

"A criança brinca para conhecer-se a si própria e aos outros em suas relações recíprocas, para aprender as normas sociais de comportamento, os hábitos determinados pela cultura; para conhecer os objetos em seu contexto, ou seja, o uso cultural dos objetos; para desenvolver a linguagem e a narrativa; para trabalhar com o imaginário; para conhecer os eventos e fenômenos que ocorrem a sua volta."

"A realização de jogos e brincadeiras na primeira infância envolve naturalmente o movimento, que vai dominar como componente, pois através dele a criança se coloca no meio, inteirando-se com os objetos, com as pessoas, explorando seu próprio corpo, o espaço físico. Uma das funções da brincadeira é permitir à criança o exercício do movimento.(...) O movimento tem, assim, relevância destacada na infância, pois ele serve para a criança se relacionar com o outro, explorar o espaço - situando-se nele - , bem como os objetos e o próprio corpo."

Publicação: Série Idéias n. 10, São Paulo: FDE, 1992.
Páginas: 17 a 23
texto disponivel no site do:
  • Centro de Referência em Educação Mario Covas - C R E - Secretaria de Estado da Educação de São Paulo
  • domingo, janeiro 15, 2006

    A utilização do jogo na pré-escola

    A utilização do jogo na pré-escola

    "Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar parte integrante da atividade educativa."

    "Brincar na Escola não é exatamente igual a brincar em outras ocasiões, porque a vida escolar é regida por algumas normas que regulam as ações das pessoas e as interações entre elas e, naturalmente, estas normas estão presentes, também, na atividade da criança. Assim, as brincadeiras e os jogos têm uma especificidade quando ocorrem na Escola, pois são mediadas pelas normas institucionais."

    "Incluir o jogo e a brincadeira na Escola tem como pressuposto, então, o duplo aspecto de servir ao desenvolvimento da criança, enquanto indivíduo, e à construção do conhecimento, processos estes intimamente interligados."

    Publicação: Série Idéias n. 10. São Paulo: FDE, 1992.
    Páginas: 24 a 29
    texto disponivel no site do:
  • Centro de Referência em Educação Mario Covas - C R E - Secretaria de Estado da Educação de São Paulo