sábado, fevereiro 06, 2016

Elvira Souza Lima - MAIS MÚSICA EM SUA VIDA

     

MAIS MÚSICA EM SUA VIDA  é um programa de desenvolvimento do cérebro musical.  A neurociência tem uma área de pesquisa sobre o impacto da música no cérebro, a importância da música na infância para o desenvolvimento da criança, o impacto que a música tem no cérebro do adulto e as incríveis reações que um cérebro acometido de doenças como Parkinson, Alzheimer apresenta ao escutar música

Sendo musicista e tendo sido professora de música de crianças,  percebo o quanto a música é importante na vida do ser humano e como é importante que as pessoas tenham acesso aos conhecimentos que a neurociência nos proporciona sobre o bem que a música pode trazer para nossa vida no dia a dia.

Este programa une teoria com a experiência musical  para melhor cuidarmos de nossa infância, em casa e na escola, mas também para cuidarmos melhor da vida dos jovens e dos adultos..”

         Elvira  Souza Lima






Juliana Lima Dehne, 
   Fábio Tagliaferri, 
   Daniel Nakamura

direção musical: Lívio Tragtenberg
   
A coleção EU CANTO, EU ME ENCANTO, idealizada por ELVIRA SOUZA LIMA, foi organizada para formar e desenvolver estruturas musicais no cérebro das crianças e dos adultos e para o desenvolvimento da sensibilidade musical no dia a dia da escola e na vida de todos.

    
      livros@editorainteralia.com

segunda-feira, abril 20, 2015

Cérebro Musical e Cantigas Brasileiras - Panamby Magazine


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ELVIRA SOUZA LIMA -
NOSSO CÉREBRO MUSICAL

PANAMBY  Magazine
http://www.panambymagazine.com.br


sábado, novembro 08, 2014

ELVIRA SOUZA LIMA - A TELA E O DESENVOLVIMENTO HUMANO : como a tecnologia e outros produtos culturais impactam o cérebro



A tela e o desenvolvimento humano 
Como a tecnologia e outros produtos culturais impactam o cérebro

por Elvira Souza Lima


Que impacto tem o computador e outros artefatos tecnológicos no desenvolvimento e na formação humana? São centenas as pesquisa sobre a interação homem e tecnologia. Uma temática muito pesquisada é a interação com os equipamentos tecnológicos com tela. A exposição à tela iluminada (TV, computador, celular, ipad, etc), segundo vários pesquisadores, pode impactar negativamente o desenvolvimento humano. Tanto é que a Associação Nacional de Pediatria dos Estados Unidos recomenda que crianças até dois anos não sejam expostas à tela.

Razão: a tela plana interfere no desenvolvimento da visão que acontece ao longo dos dois primeiros anos de vida. Um outro motivo: a limitação que o uso dos equipamentos tecnológicos acabam por acarretar no desenvolvimento da criança, pelo fato de que, frente à televisão ou computador, ela não realiza outras atividades básicas que garantem a formação de memórias a partir das experiências com os outros sentidos e dos movimentos do corpo no espaço. Além, naturalmente, de experiência com os objetos e pessoas do mundo real.

Há muito que pesquisar sobre o uso da tecnologia, porém é sempre bom lembrar que todo e qualquer equipamento tecnológico faz parte da cultura humana e que o cérebro se desenvolve em função da cultura. O desenvolvimento do cérebro é de natureza biológica e cultural. O cérebro se forma, se desenvolve e amadurece com base na genética da espécie e pelas experiências de vida de cada um.

leia o texto completo em CARTA NA ESCOLA / Carta Capital
http://www.cartanaescola.com.br/single/show/458


quarta-feira, julho 23, 2014

Contribuições da neurociência para a educação - no site Educar Para Crescer




No ar matéria da competente jornalista Iana Chan, com quem tive o prazer de conversar longamente, sobre cérebro, desenvolvimento humano e infância.

http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/contribuicoes-neurociencia-educacao-791927.shtml

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Não há receita para educar os filhos, mas a Ciência tem apontado caminhos para a difícil tarefa de fazer com que os pequenos tenham uma vida plena, saudável e bem-sucedida. Nas últimas décadas, o estudo do cérebro trouxe várias contribuições para o trabalho de pais e de professores.

Conhecer como funciona o cérebro não é pouca coisa. Esse órgão de 1,5 kg comanda nosso desenvolvimento físico, social, emocional, linguístico e cognitivo. Personalidade, emoção, linguagem, memória, pensamento… Está tudo lá. E a chamada neurociência já descobriu alguns mecanismos que contribuem para o desenvolvimento saudável do cérebro. "Ao revelar essa coreografia cerebral, a neurociência nos mostra a melhor forma de interferir", diz Elvira Souza Lima, pós-doutorada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e pesquisadora em desenvolvimento humano, com formação em Neurociência, Psicologia, Antropologia e Música.

Um desenvolvimento cerebral saudável, dizem os especialistas, precisa de estímulo e proteção. "As experiências no começo da vida formam a base para todo o desenvolvimento posterior", explica diretor do Centro para o Desenvolvimento Infantil de Harvard, nos Estados Unidos, Jack Shonkoff, que defende a importância da interação das crianças com a família e a proteção contra o chamado estresse tóxico. "Precisamos assegurar ambientes acolhedores, estáveis e estimulantes para as crianças", afirma .

Nota: as falas de Elvira Souza Lima foram coletadas durante o XVII Seminário de Educação Infantil, organizado pelo Centro de Estudos do Colégio Santa Maria, em São Paulo, enquanto as de Jack Shonkoff foram proferidas durante o Seminário Interativo pela Primeira Infância, na Câmara Municipal de São Paulo.



sexta-feira, julho 11, 2014

quarta-feira, abril 16, 2014

O que os olhos veem, o cérebro sente


O que os olhos veem, o cérebro sente


12 fatos sobre como estímulos visuais e motores atuam no processo de alfabetização. Coisas que você pode fazer em casa com seu filho

Por - Mariana Meira, filha de Marisa e Celso - Revista Pais e Filhos
11.04.2014

1. Ler e escrever é também um processo biológico. Além dos aspectos culturais envolvidos na leitura e escrita, o aprendizado dessas habilidades depende de estimular o cérebro, diz a pesquisadora em desenvolvimento humano Elvira Souza Lima, mãe de Juliana e Gabriel. “O estímulo leva o cérebro a se apropriar da linguagem ensinada, formando sempre novas conexões ao aprender”, explica.

2. Escrever é mais complexo do que ler. O cérebro ativa 17 áreas cerebrais diferentes para ler. Já para escrever, o cérebro precisa das habilidades aprendidas anteriormente na leitura.

3. Começar a ler e escrever mais cedo não significa ser mais inteligente. Colocar o lápis na mão do seu filho aos 4 de idade não vai fazer dele um pequeno gênio. De acordo com a pesquisadora, estimular a criança com atividades lúdicas e artísticas, como desenhar e tocar instrumentos, pode dar uma base mais sólida pra que ela seja melhor alfabetizada na hora certa.

4. Espelhar as letras na hora de escrever é normal. Em geral, as crianças começam a escrever por volta dos 6 anos. No começo, muitas invertem o R , o L e o S. “Depois dos 7, a criança passa a associar melhor a imagem e passará então a escrever mais corretamente”, explica a pesquisadora.

5. Os estímulos feitos na infância ficam na memória do cérebro pra sempre. “As atividades artísticas da infância dão a base para o cérebro aprender outras habilidades”, diz a pesquisadora.  Adquiridas nos primeiros anos de vida, as modificações cerebrais que essas atividades produzem estimulam a imaginação e a criatividade. Permanecem pra vida toda e fazem toda a diferença na alfabetização.

6. Música é a atividade artística mais completa. Pode ser um instrumento, palmas marcando um ritmo, um canto ou uma dança: o estímulo que vem com o aprendizado musical é mais completo do que ler e escrever. A música é campeã em ativar redes neuronais no cérebro. “Uma criança que começa antes dos 7 anos a estudar música tem maiores possibilidades de os lados esquerdo e direito do cérebro se comunicarem melhor, desenvolvendo a atividade do pensamento”, explica Elvira.

7. Música facilita o aprendizado. A música exercita a concentração e a criatividade e ainda envolve habilidades motoras e visuais. Isso sem contar a parte emocional: “Cantar sozinha ou em conjunto libera uma química positiva que gera bem-estar na criança e, por aumentar a autoestima, melhora o desenvolvimento escolar”, aponta a pesquisadora.

8. Cantar ajuda no desenvolvimento do vocabulário e no domínio da gramática. “Enquanto a criança desenvolve a noção de ritmo, desenvolve também a expansão do vocabulário e a segmentação das palavras cantadas,  aprendizados importantes para ler e escrever”, aponta a pesquisadora.

9. O foco e a atenção são exercícios, e não características da criança. O aprendizado da leitura  é um processo biológico e cultural. “A criança precisa formar os atributos”, ressalta a pesquisadora. Por isso, os estímulos dos pais e da escola são fundamentais para criar as estruturas cerebrais responsáveis pela atenção.

10. Atividades criativas são fundamentais. Por ser uma atividade passiva, assistir desenho na TV ou no tablet não estimula o cérebro com tanta intensidade como quando a criança cria algo novo. “Apenas receber as imagens visuais e coloridas não forma novas redes cerebrais e não estimula o poder da imaginação”, explica a pesquisadora. A dica é não exagerar nem lá, nem cá: controle o tempo do seu filho no computador, tablet e celular.

11. Intercale livros com e sem imagem para o seu filho de vez em quando. “Quando uma criança não tem o apoio das ilustrações em um livro, ocorre mais intensamente o processo de imaginação e formação mental de imagens, importante para o desenvolvimento”, explica Elvira. 

12. Faça atividades em família pelo menos uma vez por dia. Que tal reservar um tempo pra ligar o som e colocar todo mundo pra dançar e cantar junto? Ou espalhar a caixa de lápis e papeis em cima da mesa e deixar a garotada se divertir? Acredite: não são coisas difíceis de fazer e os resultados valem a pena. “A repetição vai formar redes neuronais na criança, liberar neurotransmissores positivos para ela se sentir bem e ainda estimular o contato entre pais e filhos”, sugere a pesquisadora.

Consultoria: Elvira Souza Lima é mãe de Juliana e Gabriel e pesquisadora em desenvolvimento humano, com formação em neurociências, psicologia, antropologia e música.

http://www.revistapaisefilhos.com.br/nossa-crianca/o-que-os-olhos-veem-o-cerebro-sente

terça-feira, setembro 10, 2013

Culture and the Development of Critical Thinking. Elvira Souza Lima ( Educational Foundations, 1999)


Culture and the Development of Critical Thinking.
Elvira Souza Lima,
Marcelo Guimarães Lima

Educational Foundations, 1999

Educational Foundations, v13 n3 p55-67 Sum 1999.


terça-feira, julho 23, 2013

"O cérebro foi para a escola" - Revista Época



 

"Saber como funciona o próprio cérebro e o 
dos alunos  pode ajudar o professor
 a dar mais apoio à aprendizagem. "

Elvira Souza Lima

"Na primeira vez que Elvira mostrou o que acontece no
cérebro quando uma criança aprende, a vontade que
deu foi de saber mais, de 
estudar mais. "

Carla Brenes Teixeira, professora


"O cérebro foi para a escola" por Camila Guimarães


Revista Época, n.791, 22-julho-2013

quinta-feira, janeiro 24, 2013

Elvira Souza Lima - Escrita Para Todos : a aplicação da neurociência na docência e na aprendizagem (PDF)




                                          copyright (c) Elvira Souza Lima, 2013

                               clique aqui para ler ou baixar


Apresentamos aqui o primeiro número dos Cadernos do CEPAOS com um texto da Dra. Elvira Souza Lima sobre as bases teóricas e pedagógicas do Projeto Escrita Para Todos (c). Texto disponível no site da Editora Inter Alia

        

 "A escrita é o objeto de nosso projeto Escrita para Todos, aplicado em escolas e em redes de ensino, como Juiz de Fora, Guarani e Ubá, em Minas Gerais. Ele é também utilizado com sucesso em situações de defasagem de aprendizagem, como  no ensino médio em Bezerros, Pernambuco e para correção de fluxo em Pedro Leopoldo, com patrocínio do Instituto Camargo Correa.
A escrita é um sistema simbólico cujo domínio é essencial, pois por ela se dá o registro e a comunicação do conhecimento de cada área do saber. 
Aprender significa criar memórias de longa duração (Kandel, 2006 ).

A neurociência estabelece como um dos eixos fundamentais da escolarização a formação e compartilhamento de memórias. Ela desloca uma visão centrada no professor ou no aluno para propor uma visão que integra os acervos que o educador possui em sua memória aos processos de memória que o aluno necessitará realizar e entender para que aprenda.
O currículo assume, nesta perspectiva, uma dimensão formadora (Lima, 2007). Para ser desenvolvido em sala de aula,  ele depende dos acervos de memória de cada professor.  Não são apenas os projetos político pedagógicos, o material didático adotado ou a tecnologia que, por si mesmos, definirão a qualidade da educação formal. A pessoa de cada professor com seus acervos de memória, constitui o ponto de partida para a proposição da didática que levará o aluno ao conhecimento.
Assim, neurociência na sala de aula implica em integração dos conhecimentos formais e métodos, traduzindo-se em uma concepção pedagógica de docência que inclui em suas linhas orientadoras como o cérebro aprende e como o cérebro pode e deve se organizar para ensinar."

Elvira Souza Lima -Escrita Para Todos: a aplicação da neurociência para a docência e aprendizagem 
texto completo (PDF) aqui

copyright (c) Elvira Souza Lima, 2013


A série Cadernos do CEPAOS é publicada em parceria com a Editora Inter Alia
Acesse o site da Editora Inter Alia para conhecer as publicações de
 Elvira Souza Lima

sábado, dezembro 15, 2012

Escrita Para Todos - Correção de fluxo em Pedro Leopoldo (MG)



Em parceria com o Instituto Camargo Correa e a Secretaria Municipal de Educação de Pedro Leopoldo - (MG) realizamos  em 2012 o projeto Escrita para Todos para correção de fluxo.  As professoras e as crianças conseguiram excelentes resultados, utilizando O Meu Caderno de Estudos.

Veja abaixo algumas páginas.










segunda-feira, dezembro 03, 2012

Textos de Elvira Souza Lima - patrocínio do CEPAOS




O CEPAOS  (www.cepaos.org) está patrocinando a venda de três títulos de Elvira Souza Lima, das coleções de textos para educadores, a preços reduzidos. São eles:

A Criança Pequenas e Suas Linguagens
Diversidade e Aprendizagem
Diversidade na Sala de Aula

Os três títulos estão sendo vendidos ao preço de R$30,00 ( trinta reais) por conjunto, preço que inclui o envio por correio registrado simples. O pagamento é feito por depósito bancário. As pessoas interessadas devem enviar uma mensagem para cepaos.org@gmail.com.



sexta-feira, novembro 16, 2012

Formação de Professores – Neurociência

Cássia A. José Oliveira 
Rosane Callegari 
Rosilene Moutinho Arriola






PROFESSORAS AUTORAS :  O texto abaixo foi escrito pela Cassia, Rosane e Rosilene, participantes assíduas em nossos grupos de estudo.  É  importante escrever, criar memória do conhecimento pedagógico e das reflexões. Enfatizo sempre a necessidade de que o professor escreva tanto para si mesmo, fator de desenvolvimento profissional e pessoal, como para partilhar com os profissionais de educação.     Aproveitem!! 

Elvira Souza Lima


Ser pedagogo (a) é ter um grande desafio pela frente, é tratar do ensino para a formação das novas gerações! Quem trabalha com educação precisa estar constantemente atento à formação, pois ela é contínua ao longo da carreira profissional. O momento atual e todas as suas demandas clamam por profissionais de ensino que sejam competentes em sua prática educativa para que favoreçam efetivamente as aprendizagens dos educandos, tanto cognitivas, quanto sociais e afetivas. O olhar para a Educação, para as famílias e, principalmente, para os alunos, necessita, cada vez mais, de refinamento e de diversas óticas. A neurociência é uma dessas lentes fundamentais que lançamos mão em nossa prática pedagógica para torná-la mais clara. Conhecer e levar em consideração o desenvolvimento do cérebro é fundamental, pois a aprendizagem dos conhecimentos escolares acontece em função do desenvolvimento e funcionamento deste órgão.

Pesquisar e estudar sobre a neurociência, nos grupos de estudos, orientados pela Elvira de Souza Lima, tem nos ajudado a compreender como o cérebro humano funciona e, portanto, aprende, dando-nos uma possibilidade maior de alinhar a nossa docência aos processos mentais em cada fase do desenvolvimento, tornando a nossa ação mais eficiente. Como pano de fundo, estamos estudando a biologia e a sua relação com a aprendizagem, ou seja, o que é próprio do desenvolvimento da espécie e o que culturalmente pode ser ensinado atrelado a esse desenvolvimento.

O que é ensinado é cultural e tudo o que é cultural sofre perdas e ganhos, dependendo da nossa atuação. Nesse sentido, as nossas intervenções devem ser sistemáticas, com muitas reincidências para que a aprendizagem passe da memória de curto prazo para a memória de longa duração. Somente assim ela se solidifica e pode ser usada em diversas situações, num processo de relações e de transferências. É assim que os neurônios fazem sinapses, criam novas redes, tornando os conhecimentos significativos e aumentando a nossa capacidade de aprender.

Se o conhecimento não foi trabalhado no momento adequado ou não foi revisitado o suficiente não se formará a memória de longo prazo, parecendo até que os alunos nunca visitaram aquele conteúdo. Como mágica, eles desaparecem!

Na Educação Infantil, o foco de estudo tem sido o desenvolvimento das estruturas de pensamento e o quanto o trabalho com a socialização, com a função simbólica, com o movimento, com o espaço, com os sentidos, com a observação, a atenção, a memória, a imaginação, a criatividade, a geometria, a música e as artes são fundamentais.

Para as professoras de 1° e 2° Anos, os estudos dão continuidade aos aspectos anteriores, mas privilegiam reflexões sobre a escrita, a leitura e a Matemática, que são desdobramentos da função simbólica, pois envolvem a elaboração de sistemas simbólicos, ou seja, dar significado ao que antes não tinha. 

Para a alfabetização e a sua consolidação é importante resgatar e ensinar padrões como as sílabas, aprofundando os estudos das dimensões da linguagem que envolvem não somente escrever corretamente a ortografia, mas escrever frases e textos com estrutura, dominando o significado das palavras, ampliando o acervo de vocabulário, com conhecimento da origem das palavras e com prosódia, que é a dimensão mais complexa que dá vida, dá cor, dá imagem à escrita.

Quando os professores ampliam seus conhecimentos sobre a neurociência conseguem contribuir melhor para a elaboração de uma didática alinhada com os processos mentais em cada período de desenvolvimento. Na verdade, só há aprendizagem dos conhecimentos formais pelo ser humano se houver ensino planejado e intervenção a cada atividade realizada.

Uma grande contribuição que a neurociência trouxe para a educação é esclarecer que só haverá aprendizado se houver ensino do conhecimento formal por parte do educador e estudo e esforço por parte do educando.

Cássia A. José Oliveira – professora do 1° Ano
Rosane Callegari – professora do Jardim I
Rosilene Moutinho Arriola – professora do 2° Ano


quarta-feira, outubro 17, 2012

Neurociência e Currículo

Elvira Souza Lima


Artigo sobre currículo de educação infantil e neurociência acaba de sair e a editora disponibilizou o pdf! Parabéns para a Revista Presença Pedagógica, edição setembro / outubro 2012pela iniciativa. Quem quiser ver, segue o link

http://www.presencapedagogica.com.br/site/sistema/as/enviados/0e43081245a8cf55ce69addb0ee6eef8..pdf