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segunda-feira, maio 02, 2022

BRINCAR, DESENHAR E LETRA CURSIVA: COMPREENDA AS RELAÇÕES NEUROBIOLÓGICAS, SIMBÓLICAS E CULTURAIS - ELVIRA SOUZA LIMA



ELVIRA SOUZA LIMA

 BRINCAR, DESENHAR E LETRA CURSIVA: COMPREENDA AS RELAÇÕES NEUROBIOLÓGICAS, SIMBÓLICAS E CULTURAIS

14 de maio de 2022, 10h-11h30

Videoconferência via Sympla Streaming


Serão abordados neste curso:

a predisposição genética para brincar e desenhar

o interessante percurso do traçado à letra cursiva

a entrada da criança no universo simbólico  pelas ações de brincar e desenhar, que o levarão à escrita

as descobertas importantes sobre a escrita cursiva e o funcionamento cerebral

a neurobiologia do brincar 

neurobiologia do desenho




sexta-feira, julho 10, 2020

quinta-feira, abril 20, 2017

segunda-feira, abril 20, 2015

Cérebro Musical e Cantigas Brasileiras - Panamby Magazine


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ELVIRA SOUZA LIMA -
NOSSO CÉREBRO MUSICAL

PANAMBY  Magazine
http://www.panambymagazine.com.br


sábado, novembro 08, 2014

ELVIRA SOUZA LIMA - A TELA E O DESENVOLVIMENTO HUMANO : como a tecnologia e outros produtos culturais impactam o cérebro



A tela e o desenvolvimento humano 
Como a tecnologia e outros produtos culturais impactam o cérebro

por Elvira Souza Lima


Que impacto tem o computador e outros artefatos tecnológicos no desenvolvimento e na formação humana? São centenas as pesquisa sobre a interação homem e tecnologia. Uma temática muito pesquisada é a interação com os equipamentos tecnológicos com tela. A exposição à tela iluminada (TV, computador, celular, ipad, etc), segundo vários pesquisadores, pode impactar negativamente o desenvolvimento humano. Tanto é que a Associação Nacional de Pediatria dos Estados Unidos recomenda que crianças até dois anos não sejam expostas à tela.

Razão: a tela plana interfere no desenvolvimento da visão que acontece ao longo dos dois primeiros anos de vida. Um outro motivo: a limitação que o uso dos equipamentos tecnológicos acabam por acarretar no desenvolvimento da criança, pelo fato de que, frente à televisão ou computador, ela não realiza outras atividades básicas que garantem a formação de memórias a partir das experiências com os outros sentidos e dos movimentos do corpo no espaço. Além, naturalmente, de experiência com os objetos e pessoas do mundo real.

Há muito que pesquisar sobre o uso da tecnologia, porém é sempre bom lembrar que todo e qualquer equipamento tecnológico faz parte da cultura humana e que o cérebro se desenvolve em função da cultura. O desenvolvimento do cérebro é de natureza biológica e cultural. O cérebro se forma, se desenvolve e amadurece com base na genética da espécie e pelas experiências de vida de cada um.

leia o texto completo em CARTA NA ESCOLA / Carta Capital
http://www.cartanaescola.com.br/single/show/458


quinta-feira, janeiro 24, 2013

Elvira Souza Lima - Escrita Para Todos : a aplicação da neurociência na docência e na aprendizagem (PDF)




                                          copyright (c) Elvira Souza Lima, 2013

                               clique aqui para ler ou baixar


Apresentamos aqui o primeiro número dos Cadernos do CEPAOS com um texto da Dra. Elvira Souza Lima sobre as bases teóricas e pedagógicas do Projeto Escrita Para Todos (c). Texto disponível no site da Editora Inter Alia

        

 "A escrita é o objeto de nosso projeto Escrita para Todos, aplicado em escolas e em redes de ensino, como Juiz de Fora, Guarani e Ubá, em Minas Gerais. Ele é também utilizado com sucesso em situações de defasagem de aprendizagem, como  no ensino médio em Bezerros, Pernambuco e para correção de fluxo em Pedro Leopoldo, com patrocínio do Instituto Camargo Correa.
A escrita é um sistema simbólico cujo domínio é essencial, pois por ela se dá o registro e a comunicação do conhecimento de cada área do saber. 
Aprender significa criar memórias de longa duração (Kandel, 2006 ).

A neurociência estabelece como um dos eixos fundamentais da escolarização a formação e compartilhamento de memórias. Ela desloca uma visão centrada no professor ou no aluno para propor uma visão que integra os acervos que o educador possui em sua memória aos processos de memória que o aluno necessitará realizar e entender para que aprenda.
O currículo assume, nesta perspectiva, uma dimensão formadora (Lima, 2007). Para ser desenvolvido em sala de aula,  ele depende dos acervos de memória de cada professor.  Não são apenas os projetos político pedagógicos, o material didático adotado ou a tecnologia que, por si mesmos, definirão a qualidade da educação formal. A pessoa de cada professor com seus acervos de memória, constitui o ponto de partida para a proposição da didática que levará o aluno ao conhecimento.
Assim, neurociência na sala de aula implica em integração dos conhecimentos formais e métodos, traduzindo-se em uma concepção pedagógica de docência que inclui em suas linhas orientadoras como o cérebro aprende e como o cérebro pode e deve se organizar para ensinar."

Elvira Souza Lima -Escrita Para Todos: a aplicação da neurociência para a docência e aprendizagem 
texto completo (PDF) aqui

copyright (c) Elvira Souza Lima, 2013


A série Cadernos do CEPAOS é publicada em parceria com a Editora Inter Alia
Acesse o site da Editora Inter Alia para conhecer as publicações de
 Elvira Souza Lima

segunda-feira, dezembro 03, 2012

Textos de Elvira Souza Lima - patrocínio do CEPAOS




O CEPAOS  (www.cepaos.org) está patrocinando a venda de três títulos de Elvira Souza Lima, das coleções de textos para educadores, a preços reduzidos. São eles:

A Criança Pequenas e Suas Linguagens
Diversidade e Aprendizagem
Diversidade na Sala de Aula

Os três títulos estão sendo vendidos ao preço de R$30,00 ( trinta reais) por conjunto, preço que inclui o envio por correio registrado simples. O pagamento é feito por depósito bancário. As pessoas interessadas devem enviar uma mensagem para cepaos.org@gmail.com.



domingo, setembro 23, 2012

A Função Antropológica do Ensinar

Elvira Souza Lima

Esta entrevista, concedida à jornalista Paola Gentile, foi publicada na revista Nova Escola edição
n.138, dezembro de 2000.



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segunda-feira, julho 26, 2010

Permitir que a criança viva a sua infância por Elvira Souza Lima

Podemos iniciar nossa conversa dizendo que toda criança tem direito a viver sua infância. Nesse período, a criança realiza inúmeras aprendizagens que servirão para toda a vida. Muitas delas se efetivam por meio de práticas culturais, que, por sua vez, desempenham papel central, e cabe não apenas à família, mas a vários setores da sociedade, garantir sua presença na vida das crianças.

Em seus primeiros anos de vida, a criança obtém duas conquistas importantes: andar e falar. O período que se segue a isso será marcado pelo desenvolvimento da função simbólica (falar, desenhar, imaginar...). As atividades que predominam nesse período são as que envolvem movimento e criação de significados, fazendo com que a criança se desenvolva como um ser de cultura.

E que atividades são essas? Desenhar, brincar de faz-de-conta, realizar brincadeiras infantis que envolvam personagens e ações imitativas, cantar, dançar, ouvir histórias, poesias e narrativas da cultura local. É muito importante para a criança a vivência das práticas culturais de sua comunidade e região, pois a elas estão ligadas a percepção de si mesma como parte de um grupo e a formação de sua identidade. A experiência com imagens e com sons é uma parte importante na educação da criança pequena, por isso toda criança precisa desenhar, cantar, ouvir música e brincar.

Em seu processo de desenvolvimento, a criança pequena desenha muito. Toda criança vai desenhar indo ou não à escola, ou seja, desenhar faz parte de ser criança. É muito importante que os adultos respeitem essa atividade, porque enquanto a criança está desenhando ela está aprendendo muitas coisas. Para nós, adultos, pode parecer que desenho não é uma coisa séria como aprender a escrever, mas é. O domínio da forma desenhada também é uma das bases do desenvolvimento da escrita.

Todo desenho tem uma ação: para a criança tem sempre uma história no desenho que ela faz. O desenho é uma narrativa: mesmo que para o adulto ele pareça uma representação estática, para a criança ele é ativo, dinâmico, tridimensional. Mesmo que a criança não fale nada enquanto estiver desenhando, ela está "pensando" no que desenha. Então, ao desenhar, a criança trabalha com sua imaginação, cria novas imagens, desenvolve sua memória, organiza sua experiência para compreendê-la. O ato de desenhar não é, simplesmente, uma atividade lúdica, ele é, também, ação de conhecimento. O desenho é, pois, parte constitutiva do processo de desenvolvimento da criança.

A música promove a comunicação entre as pessoas, provoca envolvimento emocional entre elas. Cantar, tocar um instrumento, ouvir música são atividades que fazem bem ao ser humano em qualquer idade. Na infância a música é mais importante ainda, pois contribui para o desenvolvimento da criança. As cantigas infantis possibilitam o desenvolvimento da memória auditiva, do ritmo e da melodia, com realizações que estarão envolvidas na apropriação da leitura e da escrita. (leia mais)


leia o texto completo no Portal SESC -SP aqui