sexta-feira, junho 24, 2022
ELVIRA SOUZA LIMA - BULLYING: UMA ANÁLISE SOCIOANTROPOLÓGICA INTEGRADA AO FUNCIONAMENTO BIOLÓGICO e CULTURAL DO CÉREBRO
quarta-feira, junho 15, 2022
A SOCIOLOGIA E A NEUROBIOLOGIA DO BRINCAR - Elvira Souza Lima - video-conferência online 25/06/2022
e o significado do brincar
domingo, março 27, 2022
A INADIÁVEL TAREFA: ENSINAR O ALUNO A ESTUDAR DESDE A EDUCAÇÃO INFANTIL ATÉ O ENSINO MÉDIO - ELVIRA SOUZA LIMA
A INADIÁVEL TAREFA: ENSINAR O ALUNO A ESTUDAR
DESDE A EDUCAÇÃO INFANTIL ATÉ O ENSINO MÉDIO
02 de abril de 2022, 10h-11h30
Videoconferência via Sympla Streaming - AQUI
Veremos quais são os comportamentos de estudos mais eficazes e como formá-los nos alunos. aprender é preciso formar memórias de longa duração. Memórias de longa duração não se formam automaticamente. Precisam de tempo e de estratégias. Para os conhecimentos escolares, o aluno precisa estudar para formar tais memórias de longa duração. Estudar é um comportamento que se aprende, não temos uma programação genética para ele. Por melhor que seja a docência de um professor, o conhecimento só se forma no cérebro do aluno pelo estudo.
ELVIRA SOUZA LIMA
domingo, março 20, 2022
AS PRÁTICAS ADEQUADAS E NECESSÁRIAS PARA A ALFABETIZAÇÃO SEGUNDO A NEUROCIÊNCIA E A LINGUÍSTICA - ELVIRA SOUZA LIMA
SEGUNDO A NEUROCIÊNCIA E A LINGUÍSTICA
Elvira Souza Lima
Pesquisadora com formação em ciências de cérebro, antropologia, música, psicologia e linguística. Possui doutorado pela Sorbonne (Paris, França), pós doutoramento em antropologia e linguística na Stanford University (Palo Alto, California, EUA). Estudou no Collège de France Antropologie com Claude Lèvi-Strauss e Neurobiologie de l´Enfant com Julian de Ajuriaguerra. É formada em música e piano.
quarta-feira, março 09, 2022
MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL AO FUNDAMENTAL 1: O QUE PODEMOS APRENDER COM A NEUROCIÊNCIA
O QUE PODEMOS APRENDER COM A NEUROCIÊNCIA
terça-feira, dezembro 07, 2021
quinta-feira, outubro 28, 2021
A MENTE CRIADORA E A NEUROBIOLOGIA DA CRIATIVIDADE - 20/11 a 11/12 - 2021 (NOVAS DATAS)
domingo, setembro 19, 2021
NEUROBIOLOGIA DA APRENDIZAGEM - curso online com Elvira Souza Lima
São 4 encontros aos sábados das 10:00 - 11h30 dias 25 de setembro, 2. 9 e 23 de outubro.
Ação planejada de estudo: textos comentados, podcasts e materiais de apoio. Vou apresentar a neurobiologia da aprendizagem com detalhamento de neurônios espelhos, circuitos neuronais, plasticidade e o cérebro que se transforma a si mesmo.
Formação de conceitos e teorias na ciências e nas artes na mente da criança e do adolescente.
A função da escrita, do traçado e do desenho na formação de conceitos científicos e nas bases do comportamento artístico
Neurobiologia da criação nas artes e nas ciências: imaginação, emoção, memórias e função simbólica
quinta-feira, maio 20, 2021
ELVIRA SOUZA LIMA - A INCRÍVEL AVENTURA DOS PRIMEIROS DOIS ANOS DE VIDA
quinta-feira, novembro 26, 2020
DA LETRA À METÁFORA: A ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA ESCRITA NO CÉREBRO DA CRIANÇA 05 de dezembro de 2020
ELVIRA SOUZA LIMA
DA LETRA À METÁFORA: A ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO
DA ESCRITA NO CÉREBRO DA CRIANÇA
05 de dezembro de 2020, 10h - 11h30
quinta-feira, agosto 06, 2020
Elvira Souza Lima CULTURA DA ESCOLA e CULTURA DA FAMÍLIA : reflexões em situação de pandemia
reflexões em situação de pandemia
"Nesse momento de grande movimentação em relação a ensino remoto, ensino presencial e ensino à distância, torna-se indispensável discutir e refletir sobre a questão da cultura na educação. Este é um tema ainda pouco discutido e, no entanto, nós precisamos entender melhor o significado do fato da família e da escola serem espaços de cultura, instituições que tem como base a cultura e que são socialmente definidas como espaços de interação entre os seres humanos, os quais assumem nelas papéis historicamente constituídos"
Elvira Souza Lima
Agosto 2020
Centro de Estudos e Pesquisas Armando de Oliveira Souza
sábado, julho 18, 2020
quarta-feira, julho 08, 2020
domingo, julho 05, 2020
A tela e o desenvolvimento humano – Elvira Souza Lima
revista Carta Capital - outubro 2014
quinta-feira, junho 25, 2020
Elvira Souza Lima - Live no Instagram com Kátia Chedid
03/07/ 2020, 15:30 - horário de Brasília
@neurociência_e_educação
@livroselvirasouza
sexta-feira, abril 03, 2020
CÉREBRO EM TEMPOS DE QUARENTENA - ELVIRA SOUZA LIMA
Como fica o cérebro nesta situação da quarentena do coronavírus?
O primeiro ponto a considerar, muito importante, é que a pandemia provocou uma ruptura. Muito rapidamente o contexto de vida, interações, rotina e expectativas do futuro imediato foram alterados bruscamente por uma situação nova e desconhecida para a qual a nossa memória não oferece acervos para responder.
Nós compreendemos as coisas e tomamos decisões com a participação de nossas memórias e de nossas emoções. A dificuldade no momento atual, com a pandemia, é que nunca passamos por algo semelhante. As rotinas que regulam nossa vida (família, trabalho, lazer, escola), as prioridades que estabelecemos são apoiadas no script/roteiro do nosso dia a dia e foram, repentinamente, solapadas e terão que ser constituídas em outros termos.
No cérebro acontece uma descontinuidade química e surge a necessidade de estabelecer outras redes neuronais que deem sustentação à ação.
A reorganização no funcionamento cerebral não é instantânea, não depende somente da vontade ou deliberação. Demanda tempo.
Nós não mudamos de um momento para outro, é sempre um processo de adaptação e modificação, com avanços e retrocessos, processo este que vai definindo o percurso para formar comportamentos necessários para reagir a uma situação nova.
Um aspecto importante é que, no cérebro, haverá uma mobilização do sistema emocional de tal forma que muitas emoções emergirão. Medo é uma delas: medo do novo, medo de ser infectado, medo de que pessoas queridas o sejam e não resistam. Incerteza é outra consequência: não temos indicadores de evolução e possível término desta nova situação, pois não se sabe muito sobre o vírus e sobre as consequências. Incerteza gera insegurança. No cérebro, estes sentimentos acontecem com químicas que são liberadas em situação de estresse e que afetam bastante o estado de espírito e o humor. Então é um momento que precisamos, com certeza, buscar um equilíbrio com a liberação de químicas que concorrem para o bem estar.
Como fazer para equilibrar ? Algumas providências simples ajudam. Vejamos:
O cérebro precisa de pausas. Isto significa que precisa de sono, então uma das vertentes principais deste novo momento em que estamos todos imersos é garantir o sono, preservando os olhos da luz das telas de celular e computador pelo menos uma hora antes de dormir.
O cérebro precisa de pequenos períodos de repouso, 10 a 15 minutos duas a quatro vezes por dia, ao menos.
O cérebro precisa de oxigênio, então práticas de respiração lenta e profunda contribuem bastante, assim como meditação e yoga. Exercícios físicos, que podem ser acompanhados por música, são igualmente importantes, por liberarem químicas que produzem bem estar.
O cérebro precisa ser “alimentado” pela vivência e práticas culturais que promovem a liberação de químicas positivas, ou seja, aquelas que nos fazem sentir bem.
Nesta situação de ruptura, em que há uma demanda do pensamento crítico e da criatividade para ajudar nosso pensamento, podemos e devemos recorrer às artes.
Das formas de arte, a música é a mais pesquisada pela neurociência. Temos um cérebro musical, ou seja, um cérebro que responde geneticamente à música e por ela é transformado. Todos cantamos, sem precisar estudar música, tanto a escuta como a produção de melodia com nossa voz é uma característica da espécie, que se manifesta muito cedo no bebê e permanece em todos os períodos de desenvolvimento. A música atua diretamente no sistema emocional, promove o contágio entre as pessoas, sendo assim, também, um fator importante nas interações interpessoais na situação de quarentena.
Ouvir música, assistir a espetáculos musicais na internet, cantar, tocar um instrumento caso se tenha estudado música, dançar (que integra música ao movimento) devem integrar a rotina diária.
Outra atividade das artes cujo impacto no cérebro já tem sido pesquisado é a literatura. São inúmeros os benefícios da leitura de obras de qualidade, mesmo que poucas páginas por dia. A poesia tem um efeito positivo no funcionamento do cérebro, muito além do que livros de autoajuda.
Então este é um momento oportuno para trazer a literatura para o cotidiano, tanto a leitura feita individualmente, como em atividades coletivas em casa. Também podemos criar grupos online voltados para leitura e conversas sobre obras literárias.
É uma ruptura, estamos vivendo uma ruptura, que, dialeticamente, constitui uma possibilidade de criação de estratégias de humanização. E isto fazemos, também, com diálogos.
sexta-feira, janeiro 31, 2020
Da Invisibilidade na Sala de Aula ao Sucesso na Escrita e na Leitura - Elvira Souza Lima
Da Invisibilidade na Sala de Aula ao Sucesso na Escrita e na Leitura
Elvira Souza Lima
segunda-feira, julho 01, 2019
Neurociência na educação infantil: o significado do ato de desenhar
Marcelo Guimarães Lima

Neste artigo apresentamos uma possibilidade de utilização da neurociência para a reflexão sobre um componente curricular, o desenho. Situamos o desenho como capacidade que surge na evolução da espécie humana, discutimos a predisposição genética para o traçado dos elementos básicos do desenho (ponto, linha, reta, ângulos e círculo) e como, a partir daí, o traçado evolui na criança pequena com o despontar da narrativa visual nas idades da Educação Infantil e, finalmente, a intervenção educacional que permite o pleno desenvolvimento da narrativa visual na criança pequena. Apontamos a relevância de a neurociência ser incluída na formação do educador para que a escola garanta tempo e contexto para que a criança possa exercitar continuamente o ato de desenhar, desenvolvendo a imaginação e formando memórias. Partindo da neurociência e a necessária intersecção desta com a antropologia, e considerando as artes e o sentido estético, foi elaborada uma base teórico-prática para desenvolver um currículo para a Educação Infantil, adequado ao desenvolvimento da criança pequena: Viver a Infância (LIMA, 2005). Nele, o desenho se insere como prática diária, dada a sua potencialidade como sistema expressivo da espécie e por constituir a identidade da criança, além de sua participação na apropriação da escrita e sua utilidade na aquisição de conhecimentos escolares das diversas várias áreas. Integrada a esta proposta, há o currículo de formação continuada para o professor, incluindo neurociência e as dimensões antropológicas e semióticas da produção de desenhos. Os desenhos aqui apresentados foram realizados por crianças da Escola de Educação Infantil de Guarani, pela equipe de professoras sob a coordenação de Heliana Bellotti e docência das professoras da equipe1e da professora Fabiana Alfim, da Rede Municipal de São Paulo, em uma escola de periferia. Eles são exemplos claros do potencial das crianças pequenas para realizar complexas narrativas visuais, quando se opta por incluir a perspectiva da neurociência no currículo e na formação dos educadores.
http://www.fumec.br/revistas/paideia/article/view/7100
REVISTA PAIDÉIA
Paidéia, ano 13, n.20, janeiro/junho de 2019
ISSN 1676-9627 (Impressa)
ISSN 2316-9605 (On-line)
Universidade FUMEC
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde.
Educação, memórias e funcionamento do cérebro Elvira Souza Lima - Revista Paidéia - FUMEC

O avanço nas pesquisas do cérebro vivo em funcionamento, possível pela invenção de novos instrumentos de investigação não invasiva, tem trazido uma quantidade muito grande de informações que levantam pontos importantes para a educação formal de crianças, jovens e adultos. Importante destacar que vários conteúdos das pesquisas e teorização pelos neurocientistas não trazem novidades para a pedagogia, que já contempla há séculos várias práticas confirmadas hoje pela neurociência. Por outro lado, é igualmente importante destacar que a neurociência revela e discute o funcionamento cerebral como um componente importante não somente para a aprendizagem dos alunos, como para a docência. Como exemplo, para abordar a relação simétrica que a neurociência tem com a pedagogia, discuto, neste artigo, a memória do professor a partir dos conhecimentos sobre a memória trazidos pela neurociência. Há muita produção sobre os processos de aprendizagem dos alunos, porém, apesar da relevância, pouco se estuda e pesquisa, ainda, como o cérebro se organiza para ensinar os conhecimentos formais.
ler / baixar:
http://www.fumec.br/revistas/paideia/article/view/7099
REVISTA PAIDÉIA
Paidéia, ano 13, n.20, janeiro/junho de 2019
ISSN 1676-9627 (Impressa)
ISSN 2316-9605 (On-line)
Universidade FUMEC
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde.














